Uma Carta para Carolina - De Mileide Francisco
"Quando fico nervosa, não gosto de discutir, prefiro escrever, todos os dias eu escrevo".
Carolina Maria de Jesus
Olá Carol, tudo bem?
Alguém me disse noutro dia, que tudo é muita coisa rs eu digo que depende muito do que esse "tudo" é para você.
Antes de continuarmos, deixe eu me apresentar:
Me chamo Mileide e também gosto de escrever. Gostaria de ser como você e escrever sempre que fico nervosa, mas a verdade é que às vezes eu gosto de discutir rs
Carol, me desculpe o avanço e o possível excesso de intimidade, ocorre que últimamemte tenho ouvido falar tanto sobre você, sobre seus feitos, que já me sinto parte da família, hahaha.
Não estranhe esse "hahaha", a gente fala assim hoje em dia, é o hábito das mídias sociais, existe outras formas agora de demonstrarmos o riso e o choro, uma hora desses te explico.
Hoje temos até aplicativos de namoro, é uma loucura rs.
Carolina, preciso dizer que o seu nome me remete a um doce que amo muito, ele é feito de farinha de trigo, margarina e recheado com doce de leite, impossível comer apenas 1, talvez você já conheça, mas com outro nome.
Bom, uma de minhas cantoras favoritas também tem o seu nome e eu então decidi pesquisar.
Olha só, o seu nome quer dizer Mulher do Povo, fala sério Carol, (fala sério é gíria, tá?! hahaha).
Já estavas predestinada, foi decidido muito antes que serias quem tu és e isso me deixa muito feliz.
Adoraria tê-la conhecido pessoalmente, quem sabe repousar a cabeça no seu colo, ouvir as histórias que somente você saberia contar.
Ah Carol, você deixou um imenso legado e nós temos e teremos prazer em carregar.
Abraços
Mileide Francisco.
22/09/2021
Quem sou:
Nasceu em Santo André, no dia 06 de Setembro de 1974, é Graduada em Recursos Humanos Pós-graduada em Gestão de Pessoas e em Desenvolvimento Humano. Possui participação em Dois Volumes de Antologias Poéticas pela João Scortecci Editora. Começou a demonstrar interesse em poesia aos 12 anos de idade, tendo como base os escritores Carlos Drummond de Andrade e Clarice Lispector, dentre outros. Escreve seus poemas desde a adolescência, despretensiosamente, como forma de desabafo e reflexão. Virginiana nata, Mileide procura manter os pés no chão, mas isso não a impede de sonhar.
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